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Seletividade e recusa alimentar: como podemos ajudar a sua criança

"Só come massa." "Chora à mesa antes de provar." A recusa e a seletividade alimentar não são manha — são comunicação. Veja como a Terapia da Fala e a Terapia Ocupacional ajudam.

Equipa SOMA 5 de agosto de 2026 1 min de leitura
Prato colorido com cenoura, massa, brócolos, ervilhas, fruta e queijo

"Só come massa." "Recusa tudo o que é verde." "Chora à mesa antes de provar." Se alguma destas frases lhe é familiar, não está sozinho. A hora da refeição, que devia ser um momento de partilha e descoberta, transforma-se com frequência num campo de negociação para muitas famílias.

Comer é uma competência, não um instinto garantido

Costuma pensar-se que comer é algo natural. Na realidade, é uma das tarefas mais exigentes que o corpo executa: exige controlo motor da boca e da língua, coordenação entre respirar e engolir, processamento sensorial e regulação emocional perante o desconhecido. Quando qualquer um destes sistemas está menos maduro, a refeição deixa de ser simples — e a criança reage recusando.

Recusa vs. seletividade

A recusa alimentar é mais situacional; a seletividade é mais persistente e restritiva. Nenhuma das duas é "manha" — são formas de comunicação.

Terapia da Fala e Terapia Ocupacional

O Terapeuta da Fala avalia como a criança respira, mastiga e engole; o Terapeuta Ocupacional regula o sistema sensorial. Na SOMA trabalham em conjunto, sempre com a família.

Se reconhece alguns destes sinais, fale com a nossa equipa.

* Conteúdo informativo e de sensibilização, não substitui uma avaliação. A rever com a equipa da SOMA.

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